15 livros para ler antes de morrer (parte I)

Para os amantes de literatura existem verdadeiras obras de arte intemporais que merecem destaque na nossa estante de livros. Estamos a falar daqueles livros que têm leitura obrigatário ao longo da nossa vida.

Estas são as nossas sugestões de leitura. Se amas livros não podes deixar de ler alguns – ou todos – os livros que estão nesta lista.

 

1. Divina Comédia – Dante Alighieri – Com a sua data de escrita envolvida em suposições, A Divina Comédia, escrita pelo italiano Dante Alighieri, é um dos maiores clássicos poemas de viés épico e teológico da literatura italiana e mundial. Ultrapassando gerações, esta obra está dividida em três partes, três reinos do além-túmulo: Inferno, Purgatório e Paraíso. A maior riqueza desta obra está nas alegorias, que tornam o relato de Dante atemporal.

2. Dom Quixote de La mancha – Miguel de Cervantes – A imortal história do Cavaleiro da Triste Figura, que acompanhado pelo seu fiel escudeiro, Sancho Pança, avança por montes e vales, lutando contra moinhos de vento e cavaleiros imaginários em nome da justiça. Retrato do anti-herói, Dom Quixote, o fidalgo enlouquecido, representa a capacidade de transformação do homem em busca dos seus ideais.

3. O Conde de Monte Cristo – Alexandre Dumas – Amor, vingança, traição e tesouro! Edmond Dantès perde tudo quando é traído por um companheiro invejoso. Agora, com uma nova identidade, ele sairá em busca de vingança, procurando destruir totalmente seus inimigos. Desde que foi publicado, O Conde de Monte Cristo nunca deixou de ser popular e inspirou muitas outras histórias.

 

 

4. 1984 – George Orwell – 1984 é um romance distópico do autor inglês George Orwell. Nesta obra, o autor mostra de que maneira uma sociedade oligárquica consegue reprimir qualquer indivíduo que se opuser a ela. A obra popularizou o adjetivo orwelliano, que descreve o engano oficial, a vigilância secreta e a manipulação da história registada por um Estado totalitário ou autoritário.

5. O Processo – Franz Kafka – Der Prozess, em original alemão, é um romance do escritor checo Franz Kafka que, nesta crítica à burocracia, conta a história de Josef K. que numa certa manhã é processado e sujeito a um longo processo por um crime que desconhece. Como ninguém lhe fala sobre o crime, Josef K. não consegue defender-se, entrando numa jornada impossível de resolver.

6. Hamlet – William Shakespeare – A tragédia de Hamlet, príncipe da Dinamarca, geralmente abreviada como Hamlet, é uma tragédia do poeta, dramaturgo e ator inglês William Shakespeare, escrita entre 1599 e 1601. Esta peça, situada na Dinamarca, traz a história de Príncipe Hamlet e como ele tenta vinga a morte de seu pai, o rei, que teria sido envenenado por Cláudio, o seu próprio irmão. Traição, vingança, incesto, corrupção e moralidade são as principais temáticas que marcam a história.

 

7. Lolita – Vladimir Nabokov – Lolita é um romance de 1955 escrito pelo romancista russo-americano Vladimir Nabokov. O romance é notável pelo seu assunto controverso: o protagonista e narrador não confiável, um professor universitário de Literatura de meia-idade sob o pseudônimo Humbert Humbert, está obcecado por Dolores Haze, de 12 anos, com quem ele se envolve sexualmente após ele se tornar padrasto dela. “Lolita” é seu apelido privado para Dolores.

8. A Volta ao Mundo  80 Dias – Júlio Verne – Como seria, no final do século XIX, dar uma volta ao mundo em 80 dias? É o desafio que Phileas Fogg decide enfrentar com o seu fiel companheiro, Passepartout. Juntos vão viver aventuras emocionantes, mas também encontrar obstáculos.

9. Cem anos de solidão – Gabriel García Márquez – Cem Anos de Solidão, obra-prima da literatura contemporânea, traduzida em todas as línguas do mundo, que consagrou definitivamente Gabriel García Márquez como um dos maiores escritores do nosso tempo.A fabulosa aventura da família Buendía-Iguarán com os seus milagres, fantasias, obsessões, tragédias, incestos, adultérios, rebeldias, descobertas e condenações são a representação ao mesmo tempo do mito e da história, da tragédia e do amor do mundo inteiro.

 

10. Os Três Mosqueteiros – Alexandre Dumas – Alexandre Dumas teceu as suas ficções sobre uma trama do século XVII, misturando personagens reais das mais altamente colocadas com personagens imaginárias, conseguindo colocar uma e outras no panteão dos imortais. A sua inspiração faz agir e falar o monarca absoluto Luís XIII e o temível cardeal Richelieu, Ana de Áustria e Buckingham, reviver toda uma época em que se sucedem as aventuras dos seus heróis, D’ Artagnan, Athos, Porthos, Aramis e essa fascinante Milady, à volta da qual a acção se desenrola com inegável poder dramático.

11. O Nome da Rosa – Umberto Eco – Durante a última semana de Novembro de 1327, em um mosteiro franciscano na Itália, paira a suspeita de que os monges estejam cometendo heresias. O frei Guilherme de Baskerville é, então, enviado para investigar o caso, mas tem sua missão interrompida por excêntricos assassinatos. A morte, em circunstâncias insólitas, de sete monges em sete dias, conduz uma narrativa violenta, que atrai o leitor por seu humor, crueldade e erotismo.

12. Os Miseráveis – Victor Hugo – Numa noite de Outubro de 1815, um homem exausto e esfomeado entra a pé na cidade de Digne. Expulso das estalagens, e tendo já perdido todas as esperanças de encontrar uma cama para passar a noite, Jean Valjean bate à porta de uma casa. Ao entrar, anuncia: Anciãos, fiquem a saber que eu sou um condenado! Passei dezanove anos nos trabalhos forçados em Toulon. Ao ouvir estas palavras, o seu anfitrião, Monsenhor Myriel, manda acrescentar um talher na mesa e vai buscar dois belos candelabros de prata. De manhã, o condenado foge depois de roubar o seu benfeitor.

 

13. O Banquete – Platão – O Banquete é a celebração e o louvor de Eros. Platão, com dramatismo e suma habilidade literária, propõe nos diversos discursos (de Ágaton, Aristófanes, etc.) conceitos vários sobre o Amor que são negados ou superados na narração de Sócrates acerca de Diotima. Eros é o intermediário entre o humano e o divino: através de todas as formas do belo arrasta e impele para a Beleza supra-sensível.

14. O Principezinho – Antoine de Saint-Exupéry – Um livro infantil, mas que é recomendado para pessoas de todas as idades. O Pequeno Príncipe está recheado de lindas metáforas filosóficas e poéticas sobre a amizade, o amor e a perda da inocência.

15. Dom Casmurro – Machado de Assis – Considerada a obra-prima de Machado de Assis, o escritor brasileiro mais respeitado da literatura mundial, este livro narra a vida de Bento Escobar e até hoje é motivo para uma das perguntas mais polémicas da literatura brasileira: terá Capitu traído Bentinho?

1 thought on “15 livros para ler antes de morrer (parte I)

  1. Excelentes sugestões! Mas uma delas se destaca porque me levou alguns anos atrás, ao final do dia, depois de aulas e trabalhos de casa feitos, ia ler o Lolita de Vladimir Nabokov que tinha adquirido e é um livro com uma história controversa mas que se dúvida vale muito a pena ler. Muito bem escrito, bem contado, surpreendeu-me na altura, é muito bom.

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