Eutanásia foi aprovada no Parlamento

À segunda foi mesmo de vez e os deputados aprovaram no Parlamento esta tarde a despenalização da eutanásia.

Depois de cartazes a dizerem não matem os velhinhos e de beatas da igreja se terem oposto abertamente à eutanásia, usando argumentos como só Deus  pode tirar uma vida, ou ninguém tem o direito de decidir pela vida de outrem, eis que a Eutanásia foi a debate no Parlamento e os 5 projetos de Lei que defendem a morte medicamente assistida foram aprovados na generalidade.

Em comum, estes projetos têm a despenalização de quem pratica a morte assistida e a garantia da objeção de consciência para os médicos e enfermeiros. Para pedir a morte, o doente tem de ter mais de 18 anos, estar consciente e lúcido, ser capaz de entender o sentido do processo e não sofrer de doença mental. O pedido só pode ser feito em caso de doença incurável, causadora de sofrimento extremo.

Na nossa opinião, a legalização da morte medicamente assistida é um passo importante, numa sociedade que defende a dignidade humana. Nesse sentido, é imprescindível permitir a escolha de quando o sofrimento termina num doente em estado terminal e num sofrimento inimaginável.

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