Filme || Portugal Não Está à Venda

“Depois de mais uma crise, numa manhã de nevoeiro, o hipocondríaco Sebastião e a enlouquecida família descobrem que a nova Primeira-Ministra esconde um plano maquiavélico para vender o país aos alemães, franceses, chineses e angolanos. Numa sátira corrosiva, assistimos às peripécias de uma “desesperada e falida família portuguesa” que entre raptos e demolições, laxantes, disfarces e mil confusões, terá de convencer os restantes Portugueses, que amanhã poderão acordar sem país. Lutando pela nossa identidade e assegurando que Portugal é nosso e não está à venda.”

Nos  últimos anos o cinema português tem estado em ‘alta’ e o que de melhor se faz em Portugal chegou às salas de cinema, por isso, com a expectativa de assistir a mais um filme de qualidade, esta semana fomos assistir a “Portugal Não Está à Venda“.

Neste filme de André Badalo, o realizador tentou fazer uma comédia ao estilo americano, mas não conseguiu passar a mensagem e acabou por ridicularizar Portugal e os Portugueses.

Primeiro foi eleita uma Primeira-Ministra que nasceu e estudou nos EUA e faz-se demasiada referencia a este facto ao longo do filme, sem se perceber muito bem o porquê. Depois surge um plano para vender Portugal, mas esse nunca foi clarificado e nem a própria população percebe o que se passa no país, numa espécie de crítica [também ela exagerada] à falta de transparência da classe politica.

Com tudo isto, o protagonista e os portugueses são infantilizados e levados ao ridículo, com cenas surreais e um herói tótó.

Resumindo: o filme como comédia não diverte e como drama não emociona!

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